quarta-feira, 11 de abril de 2012

Coerência entre palavras e actos

Na Áustria, Cavaco Silva disse que «é fundamental uma estratégia de crescimento económico», que traria «criação de emprego», aumentaria “as exportações” e “atenuaria os efeitos recessivos das medidas que têm vindo a ser tomadas”.

Aproxima-se a data de 10 de Junho, o dia da distribuição de comendas e será de esperar que, como prova de coerência entre as palavras e os actos, da lista de condecorados, constem administradores das empresas que em 2011 pagaram o maior volume de impostos, das que ttiveram ao seu serviço o maior efectivo de trabalhadores (não devem ser contados administradores e «boys»), das que pagaram o mais alto salário médio (não devem ser contados os dos administradores e altos cargos) e das que tiveram maior volume de exportações.

Essas empresa terão sido as que mais contribuem para os objectivos traduzidos pelas palavras atrás citadas e já várias vezes ouvidas. Incluí-las na lista será um justo prémio e um exemplo para incentivo de toda a economia.

Imagem de arquivo

1 comentário:

Luís Coelho disse...

São apenas vaidades de quem deveria produzir mais e oprimir menos...
Afinal o governo é o que menos produz e o que mais consome....