terça-feira, 29 de dezembro de 2015

FRANÇA EM 2020




Mudar é sinal de vida. Mas as mudanças inteligentes devem ser para melhor, por vontade própria e não por imposição alheia.

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domingo, 27 de dezembro de 2015

COMO ESTÁ O PARLAMENTO ?


Depois de ler o artigo recente de António Barreto «O Parlamento não existe», recebi por e-mail do meu Amigo Cláudio Martins uma opinião que, pelo seu conteúdo, não deve ir para o lixo. Por isso, a transcrevo, com a devida vénia:

«No referente ao Parlamento concordo com a sua maneira de ver, no entanto, depois de 4 anos de situações ímpares na nossa sociedade, com várias arbitrariedades e mentiras de vária ordem, estava a ver a maioria parlamentar a tomar medidas específicas para tentar normalizar as situações em termos de futuro e, ao mesmo tempo, procurar aprovar leis punitivas para situações concretas de crimes praticados, para os quais dizem não haver nem lei nem crime... Um policial não actua é punido... Um político não actua passa a ser uma decisão política... Ora é nesse sentido que uma nova assembleia devia tomar medidas e legislar e chamar os toiros pelos nomes... Será que o BPN, BES, etc. não servem de exemplo para nada? Os banqueiros e os trastes à sua volta enriquecem à custa de golpes e continuam impunes, salvo um ou outro, que deixou rabos de fora... Pobre país, sem rei nem roque!!!»

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sábado, 26 de dezembro de 2015

BANIF E OS POLÍTICOS




Repare-se, na promiscuidade de problemas do sistema financeiro, com os nomes dos políticos que estiveram ligados aos bancos que fracassaram. Não é fantasia a frase que muito se ouve de que «os boys vão para a política com o objectivo de enriquecer ao máximo, no mais curto prazo e por qualquer forma

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O NATAL E A SOLIDARIEDADE SOCIAL


Depois de colocar dois comentários em textos do Facebook, pretendo dar maior visibilidade a estas ideias que considero inseridas no espírito das FESTAS NATALÍCIAS deste momento.
O Natal, para ser fiel à ideia original, não deve priorizar as prendas, mas sim ser solidário, social, fraterno. Unindo toda a Humanidade numa ENORME FESTA DE FAMÍLIA. Criar eventos em que confraternizem pessoas sem distinção de qualidade social, como irmãos como nos aconselha a mensagem do menino que agora se comemora. Claro que ter essa mesa todos os dias seria um desejo utópico, mas realizá-la algumas vezes por ano seria um acto de solidariedade e de amor fraterno, viável e com profundo significado. As autarquias e as Instituições sociais bem podiam tomar tais iniciativas e, certamente, teriam apoio de empresas e particulares. Deixo aqui a ideia.
A FANTASIA DO SACO DO PAI NATAL desvirtua a mensagem espiritual e social do desejável Natal, em conformidade coma doutrina que o menino nos transmitiu. Devemos afastar-nos do actual materialismo contabilístico, da dependência das coisas, do ter em vez do ser. Tive dois momentos de Felicidade, duas prendas muito significativas. Estou só. Ontem estava já sentado no restaurante para almoçar como todos os dias. O telemóvel tocou: era um amigo que me queria convidar para almoçarmos. Acabou por vir ter comigo. Depois, como o meu computador estava com uma avaria, veio a casa e levou-me à casa onde repara o dele. Estava fechada e voltou a trazer-me a casa, sem lamentar o tempo e a gasolina. Um amigo de ouro. Obrigado Caríssimo Amigo José Cardoso Moniz.
Um outro, o Alcino, do norte do País, que em 1959-61, esteve comigo na Guiné, telefonou para dar as Boas Festas e ficou visivelmente triste ao saber da ocorrência recente. Obrigado, Alcino e que a vida te sorria sempre e o NOVO ANO te traga aquilo que maias desejares
Jantei sozinho, comendo a sopa que trouxe do restaurante. Mas a vida tem que continuar. Foi um dia agradável pelas duas prendas referidas, mais significativas que se fossem um relógio de ouro e um Cadillac.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

OPOSIÇÃO DEVE MOSTRAR VALOR E AMOR A PORTUGAL


Continuo a afirmar a minha independência em relação a partidos e a colocar acima de tudo os interesses de Portugal, pelo que elogio o que me parece positivo e critico construtivamente aquilo que devia ter sido melhor. Por isso, não sou troca-tintas, depois de muito ter criticado Passos, vir dizer agora que acho bem que tenha acalmado os seus correlegionários mais exaltados e exagerados oposicionistas. Qualquer bom português deseja que o Governo «resolva os problemas mais relevantes» e contribua no seu dia-a-dia para que esse objectivo seja alcançado com eficiência, para bem da qualidade de vida dos portugueses. Quando atribuo esse dever a todos os portugueses, incluo, logicamente, os dos partidos da oposição que devem evidenciar valor para tomar decisões importantes e grande amor a Portugal, para bem dos portugueses. Se Passos exagera na sua autopropaganda, é sensato nos conselhos que dá a Marco António, a Montenegro e a outros vivaços, pois «É ALTURA DE DEIXAR GOVERNAR». http://observador.pt/2015/12/24/mensagem-natal-passos-coelho-altura-deixar-governar/ Sobre o desempenho do papel da oposição já publiquei uma reflexão em «OPOSIÇÃO PRETENDE SER GOVERNO» http://joaobarbeita.blogspot.pt/2015/10/oposicao-pretende-ser-governo.html

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BANIF E A SUA HISTÓRIA


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SOLSTÍCIO É MOMENTO DE MUDANÇA



Hoje o Planeta Terra tem um momento de mudança. A Natureza tem vindo, nos últimos seis meses, a reduzir os dias mas hoje vai iniciar a sua dilatação. Estamos no SOLSTÍCIO DO INVERNO.

Que o Mundo mude é natural. As estações do ano são disso um exemplo bem conhecido.

Na vida das pessoas, das sociedades, também há que evitar a estagnação, os vícios inveterados, os maus hábitos. Mas os dirigentes responsáveis e as pessoas que comentam e opinam publicamente têm um papel importante a desempenhar para que as mudanças sejam para melhorar os «interesses nacionais», em vez de se limitarem a beneficiar os ambiciosos que pretendem viver à larga, à custa do erário público, lesando o contribuinte mais desfavorecido e indefeso. MUDAR,SIM MAS PARA MELHOR do País.

Esta reflexão resulta das palavras que vêm a público acerca do resultado das eleições em Espanha e da sua comparação com o que se passa em Portugal. E concluo que, por vezes, o poder de gerir a mudança nem sempre é devidamente utilizado, quando ouço um PM teimar em orientação mal ou nada analisada «para o mal ou para o bem». Não é caso único pois, há poucos anos, um outro PM teimava «custe o que custar». Os assuntos dos Estados são de tal forma complexos que não permitem tal rigidez. O amanhã traz circunstâncias que exigem adequações constantes na rota estratégica. Mas os objectivos pretendidos devem ser mantidos o mais possível porque são eles que garantem a estabilidade do crescimento e inspiram a confiança de investidores e cidadãos em geral. HAJA SENTIDO DE RESPONSABILIDADE E RESPEITO PELA MISSÃO E PELOS CIDADÃOS.

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domingo, 20 de dezembro de 2015

A HUMANIDADE EM CONVULSÃO



O que está a passar-se no Médio Oriente, principalmente na Síria, mostra que A HUMANIDADE ESTÁ EM CONVULSÃO AMEAÇADORA DE DEMOLIÇÃO TOTAL da história, das tradições, das culturas.

Mudar, embora seja incómodo, é necessário para evitar a estagnação e permitir a evolução. Mas, na época actual, é preocupante a ausência de objectivos, estratégias, rumos novos para se alcançar um patamar de evolução positiva. É destruir por destruir, arrasar sem projecto de reconstrução de algo mais moderno, funcional e prático.

A quadra festiva que estamos a passar devia ser bem aproveitada para meditar na VIDA DA HUMANIDADE, na necessidade de um novo Redentor mas que seja um ente colectivo, com cada ser humano a criar forças determinadas para transformar toda a nossa vida no sentido da dignidade, da honestidade, do respeito pelos outros, da generosidade, começando por difundir EXEMPLOS DE HUMANIDADE CRISTÃ.

O Mundo precisa de uma grande reforma que tem que começar dentro de cada um, e será bom aproveitar esta DATA FESTIVA para dar o primeiro passo, para entrar no próximo ano com determinação de nunca desistir dos bons propósitos, antes dar-lhes força e maior dimensão para que A HUMANIDADE AVANCE PARA UM FUTURO RISONHO, FELIZ E SOCIALMENTE JUSTO.

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sábado, 5 de dezembro de 2015

DISCURSOS IRADOS SÓ SERVEM PARA BLOQUEAR

Não «tenho tempo» para ouvir além das primeiras palavras. São demasiado negativas e rancorosas. Não é com estes «bons» modos que os portugueses (ele parece ser tal coisa) devem coordenar esforços para erguer mais alto PORTUGAL.

No estado em que nos encontramos, qualquer voz dissonante bloqueia o desenvolvimento nacional.

Criticar é preciso, mas com intenção de corrigir erros e de ajudar a definir melhor as estratégias a seguir. Isso não se consegue com discursos deste género.

«O PAÍS PRECISA DE SER GOVERNADO E NÃO DE QUEZÍLIAS INSTITUCIONAIS». Estas palavras do PM não podem levantar mais quezílias, mas também devem se concretizadas por actos eficazes de governação. Todos os cidadãos devem esperar o melhor dos seus governantes, devem respeitá-los, observar as suas decisões e manifestar críticas positivas com sugestões e propostas para que tudo se oriente para que Portugal obtenha os melhores resultados. Claro que, quando digo «todos os cidadãos», insiro, mesmo que alguém possa considerar injusto, os políticos da oposição. Os autores dos bons conselhos, serão beneficiados nas eleições futuras, porque o povo não é tão esquecido como, por vezes, se diz.

As coisas não são tão lineares como seria desejável. Quais os resultados da austeridade com os seus muitos e variados cortes? Tirou poder de compra, as empresas deixaram de facturar, desempregaram e muitas fecharam. Isso nada contribuiu para desenvolver a economia. Recentemente, o medo amainou e as empresa produtivas permitiram aumentar a exportação. Portanto é bom que todos possam ser consumidores, que tenham poder de compra e, para isso basta começas a originar uma melhor distribuição do dinheiro. Criar mais milionários e enriquecer mais aqueles que já o são não interessa ao País dos portugueses, dos eleitores.

Para recuperar da crise todas as energias, todas as vontades, todos os recursos devem orientados para o Bem de Portugal, sem desperdícios nem divergências, com a melhor vista a um futuro melhor.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

HOLANDA PRETENDE DEFENDER AS TRADIÇÕES NACIONAIS

Quando recebi por e-mail o seguinte texto HOLANDA vai mudar em relação aos MUÇULMANOS, http://aquitailandia.blogspot.pt/2014/10/holanda-vai-mudar-em-relacao-aos.html recordei a sabedoria popular dos meus tempos de jovem «Na terra onde fores viver, faz como vires fazer se não quiseres aborrecer».
Os tempos mudaram, os transportes facilitam os movimentos e a globalização,tudo criou uma aldeia global em que tal sabedoria deixou de ser respeitada. A pretensão dos holandeses gerou muitos comentários, dos quais transcrevo o seguinte, do amigo AMF.

«Julgo que a Europa enfrenta um enorme desafio, para conciliar os seus princípios e valores morais e a avalanche de refugiados que invadem as suas fronteiras em busca de paz e melhores condições de vida, para além daqueles que já vivem no seu interior e que até têm já cidadania europeia.

Considero que a "integração" (quiçá, mesmo assimilação cultural) de uns e outros requer um plano de acção bem estruturado que permita salvaguardar aqueles princípios e valores sem prejuízo da segurança e defesa dos países europeus, mas também sem atentar contra os usos e costumes dos povos acolhidos no seu seio.

Tenho para mim que a simples proibição do uso de roupas, como o véu, burca, hijab, etc., não serve como solução eficaz e eficiente, pois só vai servir, antes, como motivo de revolta por parte daqueles povos, os quais desejam que as suas tradições sejam respeitadas. Se acaso eu tivesse necessidade de ser acolhido num país islâmico, não quereria nem desejaria que me obrigassem a vestir à moda deles.»

É importante que não se percam as boas tradições e o culto pelos valores tradicionais e históricos. Se assim não for seremos todos emigrantes mesmo dentro do próprio país de nascimento.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

HAJA PAZ E NÃO GUERRA


É muito citado o ditado latino «SI VIS PACEM, PARA BELLUM» que significa "se quer paz, prepare-se para a guerra". Mas note-se o uso do verbo preparar e não do verbo fazer. Preparando-se para a guerra, cria-se poder dissuasor que impede os outros de atacar. Mas, fazendo a guerra, obrigam-se os outros a procurar vencer e daí vem a escalada de violência em que, mesmo os derrotados, alimentarão o ódio e o desejo de retaliação e de vingança, por qualquer meio, e será um inferno duradouro. Repare-se que o crime hediondo do dia 13 deu, de imediato, a retaliação sobre territórios do Médio Oriente e depois...

Os crimes prescrevem. Não devemos dificultar a boa convivência futura com ideias vingativas assentes em erros do passado, mais ou menos distantes. Se queremos construir um mundo melhor, mais harmonioso, devemos procurar olhar mais atentamente para a preparação do futuro, sem esquecer os pontos válidos do passado e evitando os erros antigos. Mas há poucos políticos competentes para essa grande tarefa, que tenham coragem de resistir às pressões malditas dos ambiciosos donos do capital internacional.

Haja filósofos que ensinem as pessoas a respeitar as outras por mais diferentes que sejam. O RESPEITO MÚTUO será a ferramente mais eficaz para a harmonia planetária, para criar Nações Unidas, de verdade. Em vez de agressão é preferível a conversa, a negociação, quer directamente entre os confrontados, quer com ajuda de intermediários. Os diplomatas devem ser mais intervenientes do que os militares.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

DEFESA DOS INTERESSES NACIONAIS EXIGE PRIORIDADES

A notícia «Cavaco Silva visita a Madeira na próxima semana» incita a reflexões cuidadosas. Quem esteja interessado em compreender tudo o que se passa à sua volta e de que possa ter de sofrer as consequências, como a meteorologia e as acções de políticos em funções de Estado, deve procurar explicações para o que chega ao seu conhecimento.
Por exemplo, a demora em termos um Governo em plena actividade, 40 dias depois das eleições e de ter havido uma decisão falhada como muita gente previa, exigia um esforço prioritário para uma solução para bem de PORTUGAL e dos portugueses. Por isso, e atendendo que o PR, no próprio dia das eleições afirmou que já tinha estudado todos os cenário pós-eleitorais, com o que criou a ilusão de que iríamos ter novo Governo, dentro de poucos dias, deixa no espírito dos portugueses a curiosidade de perceber a prioridade dada à ida à Madeira e, com isso, o adiamento da nomeação do próximo Governo. Das duas coisas, qual a que interessa mais a Portugal?
Foi agora relembrado na Comunicação Social que Sampaio foi muito mais rápido a decidir a criação do Governo de Santana Lopes. Demorou apenas 10 dias. Havia outras pessoas e outras circunstâncias. Há quem diga que a pressa de Sampaio gerou um governo que durou poucos meses. Mas a precipitação de Cavaco gerou um governo que durou dias.
COMO COMPREENDER AS PRIORIDADES???

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PS E AS TOMADAS DE DECISÃO


Das negociações conduzidas pelo PS para formar Governo ressaltou o factor muito significativo da abertura da discussão dos problemas, analisados por pessoas diversas em saber e opinião, por forma a não ser negligenciada nenhuma das suas facetas. Foi uma óptima aplicação da metodologia referida em «PENSAR ANTES DE DECIDIR» que era baseada no conceituado e muito melhorado ao longo dos tempos método militar do «estudo de situação». Nenhuma decisão deve ser tomada sem uma tal preparação e, mesmo assim, quando entra em concretização, podem surgir imprevistos que exigem correcções rápidas usando o mesmo método para conseguir o objectivo pretendido.

Agora, se tal governo vier a ser realidade, PORTUGAL deixa de ficar dependente de decisões «irrevogáveis» ou feitas por inspiração arrogante do estilo «eu quero, posso e mando» e por teimosia «custe o que custar».

Em tal governo, cada decisão precisando da aprovação dos parceiros, terá, portanto na base um conhecimento de vários pontos de vista e análise de vantagens e inconvenientes em comparação com qualquer outra solução alternativa. Haverá assim, ao contrário de palpites arrogantes, uma racionalidade de concentração de esforços e de reunião de recursos de saber e experiência, como ficou bem visível aqui.  

Oxalá os protocolos dos acordos assinados pelos parceiros resultem em pleno para bem de PORTUGAL, a fim de não haver zig-zag, nem erros de legislação de que resultará custos em tempo e dinheiro, perda de confiança e pressões estranhas que prejudiquem os portugueses. Uma sugestão que ressalta é que, tendo este início de discussão aberta e plural dos problemas nacionais, nunca deixem de procurar um permanente consenso para que os portugueses possamos ver o nosso País crescer, aumentar a credibilidade perante o estrangeiro e melhorar a própria qualidade de vida, com mais solidariedade, mais justiça social, menos desemprego, menos necessidade de emigrar, menos burocracia, menos gorduras na máquina do Estado, sem corrupção e sem despesas exageradas com mordomias, luxos, ostentação, etc.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EM QUEM VOTAR



Como os políticos evidenciam ser portadores dos mesmos vícios e defeitos, em maior ou menor grau, conforme a sua especialidade clubística (partidária) os eleitores conscientes ficam sempre indecisos e muitos acabam por evitar errar muito e recorrem à abstenção, ao voto nulo ou ao voto em branco.

As legislativas e as manobras que se lhes seguem e ocupam o maior espaço dos Órgãos da Comunicação Social são um exemplo de que qualquer escolha se destina a continuar tudo mais ou menos na malpara os cidadãos. Os jogos florais continuam.

Agora começa a tomar forma a luta para as presidenciais. Há quem diga que vota em Henrique Neto, só porque Rui Nabeiro não se candidata. Ambos são conhecedores da realidade nacional, conhecem os prós e contras da nossa economia e respeitam os fornecedores e clientes das suas empresas, os seus trabalhadores e respectivas famílias e procuram ajudar a vida social da área geográfica em que se encontram.

Mas, dada a poluição da Comunicação Social, as pessoas não votarão em gente boa, mas sem imagem publicitária. Quanto aos outros, os notáveis, há muitas ilusões. Por exemplo, o candidato Marcelo tem recebido alertas de Helena Matos  e de outras origens . Será que alguém mais o alerta para os obstáculos que terá de ultrapassar na pista para a meta?

Há uma grande diferença entre as palmas e os aplausos na actividade pública e a decisão secreta do voto. E no momento deste, os que não se abstêm ,nem votam branco nem nulo e possuem algumas capacidade de pensamento e decisão podem resistir à intoxicação psicológica e podem vislumbrar os interesses nacionais para um futuro menos doloroso do que o presente e tomar uma decisão de voto em sentido muito diferente do que aquilo que os papagaios lhes tentaram introduzir no cérebro.

Vivam os comentadores independentes que evitam confessar a sua decisão pessoal, e analisam imparcialmente de acordo com os dados e sintomas que conseguem obter, deixando campo livre para as reflexões e decisões de cada eleitor. A esses o meu aplauso, o agradecimento pela ajuda na livre decisão de voto. Mas…apesar deles, viva Henrique Neto.

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sábado, 31 de outubro de 2015

MUDANÇA COM GARANTIA DE SER PARA MELHOR



A MUDANÇA É IMPERATIVA NA NATUREZA. São as mudanças entre o dia e a noite, entre as estações do ano, e em todas as actividades da Natureza. Sem elas não pode haver crescimento, nem vida propriamente dita. O pântano significa estagnação, putrefacção, pestilência.

Hoje, na propaganda política, fala-se de mudança, como se essa fosse uma inovação artificial. Mas não é. É certo que qualquer mudança causa o incómodo de obrigar a alterar certas rotinas e alguns comportamentos e isso leva as pessoas mais obtusas e com mentes imobilizadas a encará-la com receio e pessimismo.

Mas ela é necessária, natural e insubstituível.Porém, para que corresponda à esperança e ao desejo de trazer melhorias, tem que ser bem analisada, calculada, preparada e concretizada com perseverança, inteligência e o máximo rigor possível a fim de os objectivos de melhoria serem atingidos no máximo grau de rigor possível.

MUDAR É PARA MELHORAR e não deve ser encarada como aventura inconsciente. Perdoem-me citar a frase de Salazar: «mudar por mudar é vã tentativa de disfarçar o vazio íntimo». É preciso preparar a mudança com competência e capacidades a fim de serem obtidos os melhores resultados desejados.

Oxalá, os partidos políticos saibam encarar as mudanças necessárias para Portugal crescer e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

OPOSIÇÃO PRETENDE SER GOVERNO



Estar na oposição deve ser considerado como preparação para ser GOVERNO, quer na obtenção de treino para adquirir capacidades, quer na difusão pelos cidadãos em geral da competência adquirida e consolidada.

Como fazer para atingir tais objectivos? Evitar fazer críticas demolidoras sistemáticas e enveredar pela crítica positiva, construtiva para obter os melhores efeitos perante os cidadãos, Perante qualquer deficiência do governo, explicar o erro cometido e indicar alternativas mais benéficas para o País e para os cidadãos. Perante algo que precisa de mudança ou de ajustamentos, por vezes apontados pelos sindicatos ou até em cartas aos jornais ou opiniões individuais expressas em conversas, fazer propostas ou projectos na AR ou torná-los públicos por qualquer forma. Pode, de momento, nada resolver, mas será material que, ficando em arquivos ou da AR ou dos jornais, pode mais tarde ser aproveitado, por exemplo em campanha eleitoral, para lembrar aos eleitores que o País estaria melhor se não tivesse havido os erros do Governo e se tivesse sido seguido o que foi proposta pela oposição. E se essas propostas tiverem sido aprovadas pelo Parlamento, será oportuno relembrar que o benefício delas resultante foi devido ao autor da ideia, citando o que consta no arquivo respectivo.

Desta forma, ser oposição não é lavar roupa suja com intriguices e maledicências, mas sim uma preparação metódica e sistemática para vir a ser governo. E a ajuda para que o Governo tome medidas adequadas aos diversos assuntos, pode beneficiar quem a prestou.

Se assim for feito, não estou com receio daquilo que vier a ocorrer nos próximos tempos, seja qual for a cor do Governo, porque não haverá desperdícios de energias em «guerras do alecrim e da manjerona», mas sim uma convergência de esforços devidamente identificados para se fazer mais e melhor para o engrandecimento de PORTUGAL e para a consequente melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

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domingo, 25 de outubro de 2015

ANIMAIS AMIGOS E SOLIDÁRIOS



Esta imagem de cinco cães abandonados que, na rua, se aconchegam para melhor suportar o frio, além de mostrar que os humanos não dispensam a devida atenção e agradecimento aos seus fieis amigos e o respeito aos outros seres vivos e a todos os sectores da Natureza, dá-nos mais uma lição que muito aprecio e não me canso de divulgar.

O ser humano, na sua arrogância egocêntrica, dá demasiado valor de exclusividade à fala que considera um meio de comunicação único, e autodenominou-se «animal racional» e a todos os outros com quem não sabe comunicar-se pela fala, denominou-os arrogantemente de «irracionais». Foi uma grande irreverência de exclusão e desrespeito pela grande maioria dos seres vivos, também dotados de inteligência, sensibilidade e afectividade. Só porque o homem não compreende a sua intercomunicação.

Esta fotografia evidencia uma convivência solidária de respeito mútuo, de apoio e de entreajuda. Em situação de frio e incomodidade, cada um encontrou maneira de ajudar os outros a minorarem o seu incómodo e os três ficaram em melhores condições. Quem lhes aconselhou tal atitude, tal solução para melhorar a sua qualidade vida? Nenhum racional os domou para isso. É a sua inteligência e solidariedade, apesar de lhes chamarmos irracionais. E, como esta lição, há inúmeras outras difundidas pela Internet que deviam fazer pensar os seres humanos menos sensíveis, por vezes, posicionados em elevados cargos directivos. Os seres humanos têm muito que aprender com a vida quer singular, quer em família ou em grupo, dos animais que erradamente classificaram de irracionais.

Gosto de imagens como esta que vêm chegando até mim e aproveito-as sempre que posso para contribuir para a melhoria da vida dos humanos do ponto de vista ético e cívico, na família e nas sociedades. Com isto, certamente, se poderá concluir que não é a força do dinheiro nem das armas que construirá a PAZ, nem maior HARMONIA, nem bom ENTENDIMENTO entre os seres humanos e destes com os outros seres vivos, também filhos da NATUREZA.

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HOJE HÁ MUDANÇA- DE HORA

A mudança de horas, embora haja quem a critique por ser contra a TRADIÇÃO dos últimos sete meses, é consequência da realidade da Natureza. A NATUREZA vive numa sequência de mudanças, do dia para a noite, de uma para outra estação do ano, de o sol que nos ilumina vir do hemisfério Norte e passar a vir do hemisfério Sul, etc.

Disto conclui-se que há motivo para concordar com a velha frase «a vida é mudança.

A palavra TRADIÇÃO deve ser usada com bom critério. Por exemplo, era tradição, no tempo das nossas avós as senhoras, um pouco segundo a tradição herdada dos mouros, irem para a praia com o corpo todo oculto até aos tornozelos. Depois, houve a coragem de romper com tal tradição e passaram a usar um fato de banho de peça única que, depois, foi sendo encurtado até ter sido substituído pelo bikini, a que se seguiu o monokini e depois o nu integral.

Será que o notável defensor da TRADIÇÃO condena esta evolução? Será que não compreende as mudanças de estação, com os solstícios alternados de Junho e de Dezembro? Será que não compreende a alternância entre a Primavera das flores e o Outono da queda da folha?

Sem mudanças, sem alternância não há Natureza, mas artificialidade, estagnação, putrefacção, decomposição e a pestilência dos pântanos.

HOJE É DIA DE MUDANÇA mas, infelizmente, apenas muda a hora, embora na Natureza se veja o desnudar das árvores a caminho do inverno que dará lugar à próxima Primavera. Será que Portugal irá ter Primavera em 2016?

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sábado, 24 de outubro de 2015

ELEIÇÕES 2015, Por Viçoso Caetano


Terminada a eleição,
Chegou-se à conclusão,
que ganhou a abstenção
com 43 por cento.

Maioria absoluta
de forma clara, impoluta.

Já quanto aos votos contados
ganhou a coligação:
- primeiros classificados
com 39 por cento.

Tudo o resto são cantigas.
Cantigas lev´as o vento.
Ficam sim, é as intrigas
ao máximo de 100 por cento.

As intrigas e a ganância
que só Deus sabe s´encobrem
alguns complexos d´infância !!!

E então não s´olha a meios
para se chegar aos fins:
- diabos, que o serão sempre,
agora são querubins.
- divergências insanáveis,
insultos imperdoáveis,
ofensas intoleráveis,
vencem-se a golpes de rins...

E todos s´acotovelam
p´ra ir aos amendoins.

Armam-se outras contagens
p´ra alcançar as vantagens
que quem votou, rejeitou.

E democraticamente
conta-se de trás p´ra frente:
- o do meio é que ganhou !?!?

É a esta "engenharia"
que chamam democracia...

Já cá não está quem falou !!

Por Viçoso Caetano
O Poeta de Fornos de Algodres
22OUT 2015

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A HOSTILIDADE NÃO FAVORECE CONVERGÊNCIA DE VONTADES



A união faz a força

As notícias recentes mostram que, em vez de harmonia e paz, fomenta-se a exclusão, a hostilidade, a intriga, que só pode dar péssimos resultados num futuro que, para mal dos portugueses, pode ser prolongado. Desde jovem, cultivei a independência quanto a clubes de futebol e, mais recentemente, procurei ser imune a fanatismos partidários e mantenho que o meu partido é PORTUGAL.

Nessa ordem de ideias, evito deixar-me influenciar espontaneamente por comentadores e difusores de interesses, mesmo que camuflados. Aprecio análises honestas sem evidenciarem facciosismo por um ou outro. Todos têm defeitos e, por vezes, virtudes. Desde o início do mês, levantou-se um ambiente de guerrilha que chegou ao ponto de excomungar partidos legalmente constituídos em obediência à Constituição, só porque não são da preferência dos oradores.

Imaginemos que durante os últimos quatro anos, não tinham sido ouvidas as críticas e sugestões dos partidos da oposição e dos sindicatos. Se, mesmo com elas, os funcionários públicos foram miseravelmente sacrificados, se o ensino teve a crise que é bem conhecida, se a saúde se tornou difícil, se a justiça passa pelas dificuldades conhecidas, se os idosos viram o dinheiro que descontaram durante a vida para terem uma reforma satisfatória, desaparecer de forma obscura, se a classe média definhou e deslizou para a pobreza, etc. Imagine-se ao ponto a que teria chegado a «austeridade» se essas vozes de alerta e de crítica não tivessem existido.

Conclui-se que os portugueses devem muito aos partidos da oposição e aos sindicalistas. A estes, para não terem entrado em exageros, só faltaram entidades patronais com capacidade de diálogo e de argumentação para poderem conversar racionalmente com os experientes líderes dos sindicatos. Estes não encontraram pela frente alguém preparado para diálogo inteligente e conclusivo.

E depois do estado de hostilidade em que não é previsível cooperação para uma boa preparação das decisões de que PORTUGAL necessita para sair do actual buraco e poder melhorar a qualidade de vida dos portugueses, o que podemos esperar no futuro próximo????

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

DÉFICE - DOENÇA CRÓNICA


PORQUE NÃO PROCURAM EVITAR O DÉFICE?

Quando há défice ,mesmo que pequeno, ou houve um imprevisto acidente de gestão ou erros graves que não foram evitados nem remediados com oportunidade. Os défices agravam a dívida e esta conduz a crise existencial. 

Porque teimam em não fazer uma honesta REFORMA ESTRUTURAL DO ESTADO?
Porque não reduzem a multidão de «boys» que infestam inutilmente os gabinetes?
Porque não param com os apoios a fundações infestantes?
Porque não rentabilizam as empresas estatais e autárquicas?
Porque não fazem uma séria revisão das empresas público-privadas?

A RESPOSTA a estas e outras dúvidas semelhantes resume-se em interesses não confessados dos governantes e seus apaniguados.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

EXPORTAÇÃO RESULTA DO TRABALHO


EXPORTAÇÃO É VENDA DO FRUTO DO TRABALHO. Esta afirmação não tira valor à gestão as empresas que exportam. Mas é preciso que também que a propaganda não retire importância ao papel dos trabalhadores que, com o seu interesse na formação e a sua dedicação ao cumprimento das tarefas, procuram a perfeição.

A empresa tem responsabilidades perante os accionistas (proprietários), o pessoal que nela trabalha, os clientes, os fornecedores, as pessoas que residem na sua área (acção social) e os familiares do seu pessoal. Ao recordar esta «ciência» que ouvi, há cerca de meio século, em curso institucional, pensei no empresário Rui Nabeiro que é considerado familiar de cada habitante de Campo Maior e em Henrique Neto que tem a ousadia de entrar em competição, como candidato a PR, com professores universitários, alguns dos quais se têm evidenciado despudoradamente nos Órgãos de Comunicação Social, com o que criam ilusões nos eleitores mais descuidados.

Seria bom que, em qualquer momento, não fosse desprezado o objectivo de servir e honrar PORTUGAL, cujos interesses devem ser sempre colocados acima de interesses pessoais de pessoas ambiciosas, vaidosas, arrogantes e auto-convencidas.

Perante estas reflexões, não me parece lógico e interessante para o País dar-se demasiado relevo ao preconceito , do tempo do PREC, contra esquerda. Esta tem sempre colocado a tónica na defesa das pessoas, dos trabalhadores, dos idosos, dos mais abandonados pelo Poder. Por outro lado, não será lógico que, por cima de preconceitos, pouco fundamentados, se recuse a oportunidade de a esquerda poder mostrar o que vale na realidade ao aliar os seus ideais à responsável prática governativa.

COMO SE PODE MANTER A EXCLUSÃO DE IDEIAS, antes de se lhes dar oportunidade de mostrar quanto valem?.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

LIÇÃO AOS GOVERNANTES

Quadra antiga que não deve ser esquecida:

Lá diz o tal
que foi toureiro afamado
mais marradas dá a fome
do que um touro tresmalhado

Perante isto, qual o espanto das opiniões diversas sobre quem deve constituir o novo Governo?

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SOLIDARIEDADE E AMIZADE

Transcrição de texto publicado por Manuel Duran Clemente no Facebook

Para todos os meus amigos, próximos ou de circunstância.
Este é um dos posts mais longos que eu irei publicar, e também um dos mais sérios.

Qualquer um de nós poderá passar por momentos difíceis nalguma área da vida em algum ponto. A vida não é fácil. Apenas algo para se pensar.
Sabias que as pessoas mais fortes são geralmente as mais sensíveis?
Sabias que as pessoas mais bondosas são as primeiras a precisarem de bons tratos?
Sabias que aqueles que tomam conta dos outros o tempo todo, são geralmente os que mais precisam?
Sabias que as três coisas mais difíceis de dizer na vida, são: Amo-te, Desculpa, Ajuda-me?

Às vezes, uma pessoa aparenta estar feliz, mas temos que olhar para além do seu sorriso, para ver quanta dor pode estar a sentir.

A todos os meus amigos que estão a passar por alguns problemas agora - vamos começar uma corrente de solidariedade, de intenção, agora.
Todos nós precisamos de intenções positivas. Agora, se eu não vir o teu nome, eu vou entender.
Posso pedir aos meus amigos onde quer que se encontrem,a amabilidade de copiar e colar esta intenção por uma hora?
É para apoiar todos aqueles que têm problemas familiares, lutas de saúde, problemas de trabalho, preocupações de qualquer tipo e só precisam de saber que alguém se importa. Fazê-lo por todos nós, pois ninguém está livre disso.

Espero ver este post nas páginas de todos os meus amigos, só para dar apoio moral. Eu sei que alguns o farão !!! Eu fiz isso por alguém especial e tu também podes. Deverás copiar e colar este post, e não partilhar!!

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

PASSOS EM 2015 VS PASSOS EM 2011


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domingo, 27 de setembro de 2015

PAPA ALERTA PARA DINHEIRO, ECONOMIA, LUXO E PODER



O VIL METAL constitui amarras que sujeitam o ser humano como se fosse uma fera perigosa ou um salpicão, retirando-lhe o pensamento e a acção mais correctos no seu relacionamento com os seus semelhantes.
Civismo, no sentido de respeito pelos outros, tornou-se coisa obsoleta.
Para compreendermos as forças que estão a estrangular a humanidade, convém aplicarmos alguns minutos de reflexão aos seguintes três artigos publicados no Diário de Notícias:

Em 16-05-2013:
Papa denuncia culto do dinheiro e ditadura da economia

Em 22-09-2013:
Papa critica um sistema económico que idolatra o dinheiro

Em 04-02-2014:
Papa Francisco condena o luxo, o dinheiro e o poder

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PARA COMPREENDER A SITUAÇÃO NA SÍRIA





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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

POR FAVOR, AJUDEM-ME A COMPREENDER.

DÉFICE: «Num orçamento, o défice ocorre quando os gastos ou despesas superam os ganhos ou receitas. Nesse caso, "falta" dinheiro para a receita igualar a despesa, e o orçamento é chamado "deficitário"».

DÍVIDA: «Dívida governamental ou dívida pública é o termo usado para descrever o endividamento de qualquer divisão administrativa, desde uma vila até um país. A dívida do governo de um dado país também é chamada por vezes de dívida nacional».

Parece haver uma ligação consequente entre estes dois conceitos. Os sucessivos DÉFICES traduzem-se obrigatoriamente em aumento da DÍVIDA. Mas esta é indesejada ao contrário do défice que é aceite, tolerado, embora alguém venha dizer, com ar pretensamente didáctico, que é apenas uma CONTABILIZAÇÃO.

Realmente a contabilidade trata do DEVE/HAVER, do DEFICIT e do SUPERAVIT.
Por favor, não lancem a confusão e a fumaça no espírito das pessoas.

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domingo, 20 de setembro de 2015

O ANIMAL MAIS PERIGOSO DO PLANETA




Um incentivo à reflexão dos defensores do ambiente, que devemos ser todos nós. Na nossa passagem pela vida devemos ter a preocupação de deixar a casa limpa e bem arrumada para os nossos descendentes poderem ter uma vida normal, cómoda e feliz.

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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

INTELIGÊNCIA SURPREENDENTE !!!! INACREDITÁVEL !!!!!

Transcrição de e-mail de amigo que muito admiro:

«ERA DE ILUMINADOS

O irmão Constâncio raiou esta manhã a arengar sobre a horda que invade a Europa. Um frete por dever de obediência que a emissora nacional não resumiu melhor:
O vice-presidente do Banco Central Europeu admite que as taxas de desemprego são elevadas e defende que os imigrantes são vitais para manter a força de trabalho (R.T.P., 16/IX/15).

É vital manter a força de trabalho de 26 milhões e meio de pessoas desempregadas?!... Que raio de iluminação!»

NOTA: 

Nem coloco fotografia do iluminado por ter muitas dúvidas de quem CONSTA sob aquele conhecido apelido. Se PORTUGAL tem uma enorme força de trabalho parada, qual o objectivo de a aumentar com mais uns milhares de arrivistas? Parece que a solução menos estúpida seria uma sugestão que criasse, de repente, emprego para os actuais desempregados, a tal força de trabalho parada. Sem dúvida que os refugiados precisam da solidariedade das pessoas e têm o estrito dever de ser merecedores dela, mas é preciso ser sensato nos argumentos utilizados

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domingo, 13 de setembro de 2015

CONTENTOR COM AJUDA PARA REFUGIADOS


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A NOVA ORDEM MUNDIAL VEM A CAMINHO


As oligarquias financeiras persistem incansavelmente na abertura do caminho para a NOVA ORDEM MUNDIAL. Nada acontece por acaso e a Comunicação Social silencia tudo o que se relacione com esta estratégia mefistofélica.

Transcrição de texto, de autor não identificado, recebido por e-mail.

Como explicar que pessoas com pobreza extrema consigam pagar 10 000 euros aos traficantes?
(Recebido por e-mail de Brandão Ferreira em 150912)

Uma abordagem curiosa ao êxodo para a Europa...

A rádio, os jornais, a televisão não vos contam a verdade.
Sobre qualquer informação faça a seguinte pergunta:
"Quem beneficia com isto?".
Procure pontos de vista diferentes, pense por si.
Agora sim, retome a notícia.

Quem financia o tráfico de migrantes que chega à Europa ?
Para além do drama, duas questões pertinentes se impõem quanto a este fluxo anormal de migrantes à Europa:
- como explicar esta súbita e enorme onda de migrantes?
- como explicar que pessoas com pobreza extrema consigam pagar 10 000 euros aos traficantes?

Um súbito fluxo massivo.

O fluxo migratório da entrada na Europa através do Mediterrâneo não é um problema recente, mas era realizado, até há poucos anos, como conta-gotas.
O estranho é que subitamente, em poucos meses, esse fluxo se tenha tornado numa invasão massiva, quando a situação dos países de origem pouco se alterou no último ano.

Um valor impossível de pagar.

Desde os longínquos locais de partida até à travessia do Mediterrâneo, cada migrante tem de desembolsar perto de 10 000 euros.
Calcula-se que o tráfico ilícito de migrantes gere um volume anual de 7 mil milhares de dólares por ano aos seus traficantes.
O PIB per capita, por exemplo, da Eritreia, um dos países de origem, é de 500 dólares anuais. Por comparação, o de Portugal é de 22 000 dólares.
Aqui reside o mistério de saber como é que uma pessoa de um país desses pode pagar o equivalente a 20 anos de rendimento anual, ou seja 10 000 dólares, para migrar?

Promover o caos na Europa

Uma parte da estratégia actual dos Estados Unidos assenta nas teorias do geo-político americano, Thomas Barnett.
"Como condição da globalização sem choques, temos de pôr em prática quatro fluxos duráveis e sem obstáculos".
Este fluxos excepcional de migrantes em direcção à Europa faz parte de um destes "fluxos duráveis e sem obstáculos". Thomas Barnett também sabe, e refere, que este fluxo não poderá ser impedido por nenhuma instituição, UE ou ONU.
O objectivo desta "guerra" contra a Europa é semelhante às revoluções chamadas de "Primaveras Árabes".
A Europa como poder político, económico e cultural tem de ser destruída através de um caos e ficar sem identidade nacional.
Essa destruição dos Estados-Nações fará que a Europa se deixe facilmente ser absorvida na Nova Ordem Mundial das oligarquias financeiras.
Thomas Barnett refere que "as fronteiras nacionais devem ser dissolvidas, as raças misturadas, e assim os valores e as religiões serão abolidos; o caminho para a Nova Ordem Mundial tem de ser alisado".
O jornal Info Direkt, relata que um funcionário do ministério da Defesa austríaco revelou que "existem elementos que atestam que organizações situadas nos Estados Unidos criaram um modelo de co-financiamento e contribuem substancialmente aos pagamentos exigidos pelos traficantes".

"Nem todos os refugiados de África do Norte têm 10 000 euros em cash.
Ninguém questiona de onde vem o dinheiro?"

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

GUERRA ENTRE GRUPOS TERRORISTAS


A notícia da declaração de guerra da Al-Qaeda ao Estado Islâmico  irá suscitar, muitas congeminações optimistas de jornalistas e pseudo-estrategas ousados e convictos das suas ideias estreitas mas arrogantes. É fácil mas insensato considerar que a Al-Qaeda é amiga da Europa e do Ocidente e, por isso, pretende dar punição aos causadores dos inúmeros refugiados que invadem o velho continente e paralisam a vida dos europeus.

Havia alguma lógica nos tempos medievais, quando os conselheiros do Senhor feudal o aconselhavam a «dividir para reinar». Porém, agora, neste caso, não está a dividir-se algo que estivesse unido, a não ser na intenção de fazer mal e provocar o caos contra povos civilizados. De facto, está a gerar-se mais uma guerra entre dois grupos ilegais, marginais, de terroristas. que a ONU não tem conseguido anular e dela irão resultar mais mortes e destruições de património pessoal e da história da humanidade. O exercício continuado da violência conduz a escalada e nada produz de paz e harmonia. O ideal seria uma solução negociada, sem violência.

Mas nada acontece por acaso. A ONU e as grandes potências têm sido pressionadas para pôr fim aos massacres do EI e à onda de refugiados que invade a Europa e o Ocidente. Isso pode levar a interrogar «Quem encomendou tal atitude da Al-Qaeda contra o EI?» Certamente, esse alguém terá investido para receber o benefício de fornecer mais armas a cada uma das partes do conflito. Talvez o Complexo Industrial Militar  a que Dwight Eisenhower se referiu, quando «alertava contra uma influência negativa sobre a sociedade americana que ia além da esfera económica e política e atingia até a dimensão espiritual»

Tal indústria, não fechou as fábricas e continuou a inovar, a fabricar e a vender armamento para o que tem de fomentar e incentivar guerras, pressionando os decisores políticos.

Há cerca de 30 anos, durante a guerra entre o Irão e o Iraque, pela posse de pequenas ilhas na embocadura do Golfo Pérsico, um embaixador itinerante americano, proferiu uma conferência, em Lisboa, acerca de tal guerra. No fim, na fase de perguntas, um circunstante quis saber qual seria o resultado mais desejado pelos EUA, ao que o orador, depois de curta meditação, respondeu que o que mais interessava era que nenhuma das partes tivesse muita vantagem sobre a outra. Isto vinha ao encontro de notícias de discretas vendas de armas a uma e a outra das partes. O certo é que o quase equilíbrio de força facilitou a aceitação de acordo de paz quase sem cedências das partes em conflito.

Podemos ser levados a concluir que, neste momento, haja discretos apoios à Al-Qaeda e ao EI, condicionados pelos efeitos pretendidos no equilíbrio de poderes geoestratégicos globais. Seria bom que isso contivesse os ímpetos de agressividade por parte dos grupos violentos em questão. Terá sido esta a melhor forma encontrada pelos mais altos poderes mundiais? Oxalá que obtenha os resultados desejados.

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QUEM CHAMOU A TROIKA


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domingo, 6 de setembro de 2015

PARIS EM CONFUSÃO BRUTAL

Para onde estão a conduzir a humanidade?
Que futuro estão a preparar para as novas gerações?
Qual o papel dos responsáveis pelos governos dos Estados e pela direcção das Instituições Internacionais, todos pagos pelos contribuintes?
É absolutamente necessários que se procure harmonia, paz e justiça social entre todos os humanos.

 

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sábado, 22 de agosto de 2015

DITADURA MUNDIAL CONTROLARÁ REBANHO HUMANO




Os acontecimentos já conhecidos e referidos no vídeo e aquilo que já se vislumbra tornam credível este programa.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

NAS PRIVATIZAÇÕES QUEM BENEFICIA É O PRIVADO

Não pode haver dúvidas que NAS PRIVATIZAÇÕES QUEM BENEFICIA É O PRIVADO e não o Estado. As empresas que se interessam numa privatização não são a isso obrigadas, são conscientes dos benefícios que isso lhes traz. Normalmente, os seus gestores são experientes e, para não correrem risco de fracasso, socorrem-se de consultores válidos. Passa-se com elas o contrário do que vemos na máquina estatal, em que muitos dos seus «profissionais» são pessoas que, na vida privada, seriam nódoas sem capacidade de sucesso.
Texto de comentário noartigo «Há um padrão nas privatizações que beneficia os privados» 

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CRIAR EMPREGO NÃO É FUNÇÃO DO ESTADO


Quem cria emprego são as empresas bem geridas com capacidade de expansão. E para as empresas progredirem tem que haver pessoas com poder de compra, trabalhadores com saúde, e motivados para trabalhar com perfeição e dedicação. Os empregos criados pelos governos são uma PESTE para os portugueses porque se resumem em colocar os «pestinhas jotinhas» mais subservientes e que nada sabem fazer em tachos que nós pagamos. Isso traduz-se apenas num brutal esbanjamento de dinheiro público até porque todos vão ganhar cerca de 5.000 euros muitos com carro do Estado, mordomias, e aumentam o tráfico de influências e a corrupção. Isso tem sido feito pelo actual Governo, apesar de ter aliviado o património nacional.

Texto escrito num comentário ao artigo transcrito no Facebook com o título «PS prevê 207 mil novos empregos no final da próxima legislatura»

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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

GOVERNAR É GERIR AS POTENCIALIDADES DO PAÍS

Políticos competentes e honestos gerem as potencialidades do país e não exploram para além do aceitável os contribuintes a fim de fazerem despesas exageradas em benefício da sua ambição, de vaidade, de ostentação de luxo incompatível com a pobreza de grande parte do povo.


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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

GOVERNAÇÃO RESPONSÁVEL E HONESTA GERA CONFIANÇA




Para combater a corrupção é indispensável responsabilidade e honestidade para inspirar confiança e conjugação de esforços de todos os cidadãos. A vulgar apatia de muitos cidadãos constitui a vitamina que reforça´o mal. É preciso meditar seriamente nos problemas e agir.

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sexta-feira, 24 de julho de 2015

SISTEMA ELEITORAL PRECISA SER REFORMADO

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Listas de deputados: espectáculo deplorável 
Jornal SOL.23/07/2015 13:12 Por Pedro d´Anunciação

Nada é mais deplorável que estas guerras na constituição das listas de deputados. E nem quero falar naquelas em que se suspeita de trafulhices, a pontos de se processarem pessoas. Ou da vontade de correntes vencidas se imporem às ganhadoras (apesar de eu defender que os direitos das minorias são fundamentais em democracia).

Francamente, preferia não ser representado por gente desta, que amua e vai embora até conseguir posição melhor, etc. – enfim, os que pensam tanto em si próprios e no seu carreirismo que nunca terão tempo para o serviço público. Ainda por cima com os ‘compromissos éticos’ para assegurar a sua completa partidarização, exigidos pelo PS e PSD. Claro que quem assina esses compromissos, que vão ser todos os deputados, pelo menos desses 2 partidos, não nos representam em nada, mas apenas aos ditos partidos.

Também me parece peregrina a ideia de escolher para título da 1ª página de uma entrevista a Paula Teixeira da Cruz, como fez um jornal, a sua submissão completa a Passos Coelho. Quem esperaria vê-la menos submissa ao actual primeiro-ministro, depois de ter conseguido ser um dos piores membros do Governo, sem se ver afastada? A independência política também exige certas qualidades que não vislumbro nela.

NOTA:

O REGIME PRECISA DE REFORMA URGENTE para que, ao votarmos, tenhamos motivos para estar seguros de que elegeremos pessoas dedicadas à causa pública, ao bem de todos os portugueses, e não apenas aos interesses do próprio partido, de si próprios e do seu carreirismo. Havendo dúvidas sobre o recheio das listas, quem será o cidadão eleitor que ousa ir jogar em tal totoloto?

Imagem de arquivo.

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quinta-feira, 23 de julho de 2015

CASCAIS DUPLICA





Duplica material, trabalho, défice e dívida e adia o crescimento...

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

QUE FUTURO PARA PORTUGAL?


Recebido por e-mail em 16-07-2015

Uma pérola de texto! De autor não identificado, mas acho que qualquer de nós gostaria de o ter escrito. De vez em quando - e pena é que seja só de vez em quando - aparecem-nos textos que, depois de lidos, apetece relê-los.

PORTUGAL: QUE FUTURO ?...

Trinta e cinco anos de vida.
Filho de gente humilde. Filho da aldeia. Filho do trabalho. Desde criança fui pastor, matei cordeiros, porcos e vacas, montei móveis, entreguei roupas, fui vendedor ambulante, servi à mesa e ao balcão. Limpei chãos, comi com as mãos, bebi do chão e nunca tive vergonha.
Na aldeia é assim, somos o que somos porque somos assim. Cresci numa aldeia que pouco mais tinha que gente, trabalho e gente trabalhadora.
Cresci rodeado de aldeias sem saneamento básico, sem água, sem luz, sem estradas e com uma oferta de trabalho árduo e feroz.
Cresci numa aldeia com valores, com gente que se olha nos olhos, com gente solidária, com amigos de todos os níveis, com família ali ao lado.
Cresci com amigos que estudaram e com outros que trabalharam. Os que estudaram, muitos à custa de apoios do Governo, agora estão desempregados e a queixarem-se de tudo. Os que sempre trabalharam lá continuam a sua caminhada, a produzir para o País e a pouco se fazerem ouvir, apesar de terem contribuído para o apoio dos que estudaram e a nada receberem por produzir.
Cresci a ouvir dizer que éramos um País em Vias de Desenvolvimento e... de repente éramos já um País Desenvolvido, que depois de entrarmos para a União Europeia o dinheiro tinha chegado a "rodos" e que passamos de pobretanas a ricos "fartazanas".
Cresci assim, sem nada e com tudo.

E agora, o que temos nós?

1. Um país com duas imagens.
A de Lisboa: cidade grandiosa, moderna, com tudo e mais alguma coisa, o lugar onde tudo se decide e onde tudo se divide, cidade com passado, presente e futuro.
E a do interior do país, território desertificado, envelhecido,abandonado, improdutivo, esquecido, pisado.

2. Um país de vícios.
Esqueceram-se os valores, sobrepuseram-se os doutores. Não interessa a tua história, interessa o lugar que ocupas.
Não interessa o que defendes, interessa o que prometes.
Não interessa como chegaste lá, mas sim o que representas lá.
Não interessa o quanto produziste, interessa o que conseguiste.
Não interessa o meio para atingir o fim, interessa o que me podes dar a mim.
Não interessa o meu empenho, interessa o que obtenho.
Não interessa que critiquem os políticos, interessa é estar lá.
Não interessa saber que as associações de estudantes das universidades são o primeiro passo para a corrupção activa e passiva que prolifera em todos os sectores políticos, interessa é que o meu filho esteja lá.
Não interessa saber que as autarquias tenham gente a mais, interessa é que eu pertença aos quadros.
Não interessa ter políticos que passem primeiro pelo mundo do trabalho, interessa é que o povo vá para o c...*

3. Um país sem justiça.
Pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias.
Pedófilos que por serem políticos são pegados em ombros e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno.
Assassinos que matam por trás e que são libertados passados sete anos por bom comportamento!
Criminosos financeiros que escapam por motivos que nem ao diabo lembram. Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questiona tais fortunas.
Políticos que desgovernam um país e "emigram" para Paris.
Bancos que assaltam um país e que o povo ainda ajuda a salvar.
Um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora.

4. Um país sem educação.
Quem semeia ventos colhe tempestades.
Numa época em que a sociedade global apresenta níveis de exigência altamente sofisticados, em Portugal a educação passou a ser um circo.
Não se podem reprovar meninos mimados.
Não se pode chumbar os malcriados. Os alunos podem bater e os professores nem a voz podem levantar. Entrar na universidade passou a ser obrigatório por causa das estatísticas. Os professores saem com os alunos e alunas e os alunos mandam nos professores.
Ser doutor, afinal, é coisa banal.

5. Um país que abandonou a produção endógena.
Um país rico em solo, em clima e em tradições agrícolas que abandonou a sua história.
Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país.
Um país que julga que uma mega fábrica de automóveis dura para sempre.
Um país que pensa que turismo no Algarve é que dá dinheiro para todos.
Um país que abandonou a pecuária, a pesca e a agricultura.
Que pisa quem ainda teima em produzir e destaca quem apenas usa gravata.
Um país que proibiu a produção de Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional.
Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vinho do Porto fabuloso, Ginginha deliciosa, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal para vender.
E tanto, tanto mais... que sai da terra e da nossa história.

6. Um país sem gente e a perder a alma lusa.
Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, em arquitectos, em advogados, em médicos, em gestores, economistas e marketeers, em cursos profissionais, em novas tecnologias e em tudo o mais, e que agora fecha as portas e diz para os jovens emigrarem.
Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria.
Um país com jovens empreendedores que desejam ficar mas são obrigados a partir.
Um país com tanto para dar, mas com o barco da partida a abarrotar.
Um país sem alma, sem motivação e sem alegria.
Um país gerido por porcaria.

E agora, vale a pena acreditar?
Vale. Se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e de mudar.
Porquê acreditar?
Porque oitocentos anos de história, construída a pulso, não se destroem em tempo algum . Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o sol continua a brilhar e a nossa alma, ai a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar.

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DEPUTADOS. CÁ E LÁ FORA


Transcrição de texto recebido por e-mail, pela enésima vez...

DEPUTADOS NO REINO UNIDO...!

Não é de estranhar, mas é interessante saber...como tudo é diferente...!!! Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos",

1 . Não têm lugar certo onde sentar-se, na Câmara dos Comuns;
2 . Não têm escritórios, nem secretários, nem motoristas, nem automóveis;
3 . Não têm subsídio de residência (pagam pela sua casa em Londres ou nas províncias);
Detalhe: e pagam, por todas as suas despesas, normalmente, como todo e qualquer trabalhador;
4 . Não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do próprio Parlamento.
E o seu salário equipara-se ao de um Chefe de Secção de qualquer repartição pública.

Em suma, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS do mesmo.

A propósito, sabiam que, em Portugal, os funcionários não deputados que trabalham na Assembleia têm um subsidio equivalente a 80 % do seu vencimento? Isto é, se cá fora ganhasse 1000,00€ lá dentro ganharia 1800,00 EU. Porquê? Profissão de desgaste rápido? E por que é que os jornais não falam disto?

Porque têm medo?
Ou não podem?

NOTA:

Sugere-se a leitura de José Gil para compreender o tal medo. Pode começar por:
Portugal, Hoje - O Medo de Existir
http://www.citador.pt/biblio.php?op=21&book

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

PESSOAS, ESTADOS E CREDORES


É NOTÓRIA A MÁ CAPACIDADE DE GESTÃO DOS DEVEDORES E A MÁ CONSCIÊNCIA DOS CREDORES. Não é novidade, por ser do conhecimento geral, que cada pessoa ou instituição ou Estado deve ter o cuidado de gerira sua actividade económica da melhor forma de maneira não gastar mais do que aquilo que pode pagar. Por vezes, há oportunidades de investir quantitativos que não estão disponíveis o que exige uma decisão bem ponderada sobre o interesse, a utilidade da despesa se compensa o custo do empréstimo e se este pode ser liquidado dentro de prazo adequado.

A tentação de recorrer repetidas vezes a crédito pode criar situação de difícil solução que pode conduzir à alienação de património e perda de soberania

Os cuidados para evitar o endividamento não são fáceis porque, além da vaidade pessoal de querer ostentara posse de coisas de elevado preço, há o assédio dos diversos tipos de credores que, por vezes, actuam como proxenetas, empurrando as vítimas para a desgraça.

Os vendedores de equipamentos domésticos e de novidades tecnológicas, tendopor trás os bancos estão muito interessados em emprestar dinheiro com aliciamento enganador, como o «vá de férias e pague depois» ou «pagando em … prestações, paga apenas .. economizando…

Cada pessoa pode avançar nas aventuras que entender, mas os governos e instituições que gerem dinheiro público devem ter o sentido de responsabilidade e respeitar os direitos colectivos e não incorrer em abusos e em défices e endividamentos injustificados que comprometam gerações vindouras durante muitos anos. O problema é tão grave que já é considerado aceitável haver anualmente um determinado défice, o que representa um aumento imparável da dívida.

Por seu lado, os credores deveriam agir como entidades amigas, com ética e sem demasiada ambição do lucro, que apoiam e ajudam a gerir sem perigosos abusos que comprometam o futuro das pessoas. Como seria bom que eles actuassem com gestos paternais, de que viriam a beneficiar porque, de tal maneira, não corriam o risco de incumprimento. Um bom conselho seria alertar para o perigo de gastos inúteis e não produtivos. Um pouco de moralidade não ficaria mal aos ambiciosos empedernidos na louca ambição de cada vez maiores fortunas sem uma utilidade prática e humana.

Mas, infelizmente, um credor não é um amigo, mas sim um explorador ambicioso que age sem coração nem conceitos solidários, nem espírito justiça social, de «ajuda a quem precisa».

Estas reflexões são utópicas? Mas a humanidade está a precisar de utopias que a conduzam a corrigir o rumo por forma a mudar para estruturas que garantam sustentabilidade por muitos mais anos em paz, harmonia e sem haver quem encontre motivações para o terrorismo jihadista. Procuremos criar a felicidade dos animais racionais, sem terem de recorrer à violência.

A João Soares
16-07-2015

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

PORTUGAL VENDIDO A ESTRANGEIROS



Transcrição seguida de NOTA:

Portugal é "um país que praticamente foi vendido ao estrangeiro"
Notícias ao minuto 150709 00H16

Bagão Félix analisou o debate do Estado da Nação e a legislatura de Pedro Passos Coelho.

No comentário na SIC Notícias sobre o debate do Estado da Nação, Bagão Félix acredita que um “debate repetido e repetitivo” é cansativo para as pessoas e não traz “um arejamento de ideia de esperança” que os portugueses precisam de ter.

O comentador admite que, em algumas das “grandes questões, retirando a questão da dívida, o país está melhor”. O economista explica que a composição do produto foi alterada, em termos de exportações, contudo, é necessário saber se este é “sustentável”.

Mais ainda, “a questão da redução de défice e do endividamento externo, são aspetos que devem ser tidos como património, como dados adquiridos, independentemente do modelo que se queira construir”, explica Bagão Félix ao enumerar os pontos fortes conseguidos pela legislatura.

Porém, as questões a nível social, como o desemprego, são difíceis “de suportar do ponto de vista humano e do ponto de vista dos sistemas de prestações sociais”. A emigração é também um assunto que fica longe de estar resolvido e que, segundo explica Bagão Félix, prejudica a suposta descida do desemprego, já que a população ativa que abandona o país deixa de contar para os números mas o desemprego mantém-se bastante alto.

O economista aborda também o facto de, no fim da legislatura, haver “um país que praticamente foi vendido ao estrangeiro”, o que faz com que “a nossa soberania esteja muito mitigada”, ao terem sido perdidas grandes referências económicas nacionais.

NOTA:

EM POUCAS PALAVRAS, COM SIMPLICIDADE E CLAREZA, o economista Bagão Félix,político daárea da coligação no Poder, traça um retrato da situação actual que merece a ponderação dos candidatos às próximas legislativas. As pessoas devem ter prioridade nas decisões governativas e as vendas do património em saldo deixam a nossa soberania desprovida das bases que a caracterizavam. Porque será que os governos não contam com gestores competentes para obterem a devida rentabilidade das empresas nacionais? Porque se aliena património que constituía símbolos nacionais?

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quarta-feira, 8 de julho de 2015

IGUALDADE OU LIBERDADE DE SER DESIGUAL?

Transcrição de notícia seguida de NOTA:

Passos defende “guerra sem quartel às desigualdades”
7/7/2015, 14:35 Agência LUSA

PM reclama que o Governo corrigiu os desequilíbrios herdados, alegando que Portugal era o país da zona euro em pior situação, mas defendeu que falta travar uma "guerra sem quartel às desigualdades".

O primeiro-ministro reclamou esta terça-feira o Governo PSD/CDS-PP corrigiu nesta legislatura os desequilíbrios herdados, alegando que Portugal era o país da zona euro em pior situação, mas defendeu que falta travar uma “guerra sem quartel às desigualdades”.

No encerramento das jornadas parlamentares do PSD e do CDS-PP, em Alcochete, no distrito de Setúbal, Pedro Passos Coelho afirmou que as economias podem “crescer e ser profundamente desiguais”, mas que não é isso quer. Sem propor medidas concretas, acrescentou que é preciso “declarar guerra sem quartel às desigualdades de natureza económica e social”.

Antes, o presidente do PSD reclamou que o atual executivo “conseguiu corrigir os desequilíbrios herdados” e alegou que, “de todos os países que enfrentaram situações de profundo desequilíbrio, Portugal era seguramente o que tinha condições mais adversas e mais negativas à sua frente: elevada dívida pública, elevada dívida privada, uma economia protegida, o hábito de exigir tudo ao Estado e uma cultura democrática ainda incipiente, que não privilegiava a responsabilidade”.

NOTA:

CUIDADO… Um grande erro da REVOLUÇÃO FRANCESA, em fins do século XVIII, foi a junção, no seu lema, de duas palavras inconciliáveis – igualdade e liberdade. Se agora o PM de Portugal pretende lutar pela igualdade, terá de acabar com muitas liberdades. Mesmo entre os militares é imposta a igualdade de uniforme, de movimentos na «ordem unida», mas não deixa de haver disciplina e hierarquia, nem distintivos que impõem limites e condições à IGUALDADE. A igualdade em França, pouco após o 14 de Agosto, deixou de ser tolerada e a guilhotina puniu os que não quiseram dispensar a liberdade e aderir inteiramente ao pensamento dominante dos revolucionários. Na sua «guerra sem quartel» o PM também quererá usar a guilhotina? Que uniforme nos vai impor? Deixa de valorizar e recompensar o mérito? E que tipo de escravatura pretende impor ao rebanho resultante?
Não devemos exagerar nas palavras para não ser perdida a credibilidade. Reduzir as desigualdades sociais e económicas é muito louvável e deve ser uma preocupação permanente… mas de forma pacífica, sem fardas nem guilhotina!!! Sem a desumanidade e a injustiça social da austeridade que nos vem massacrando e que criou milhões de pobres no país, ao mesmo tempo que gerou mais uns milhares de milionários.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

O CASO DA GRÉCIA É UM ALERTA E UMA LIÇÃO

No mundo louco actual, devemos procurar gerir cada dia da forma mais adequada do ponto de vista de ética, do respeito pelos outros e sem arriscar o amanhã que é, cada vez mais, imprevisível e preocupante.

A Grécia, de que agora tanto se fala, como se fosse o factor essencial da construção de um mundo melhor constitui um alerta e deve ser ponto de partida para uma análise profunda pelas forças que estão a sujeitar o mundo actual. Deve ser uma lição para pensadores e homens de acção bem formados e bem intencionados.

Ela é um sinal evidente do mal de que sofre a sociedade actual, em que há uns «espertos» muito ignorantes e sem capacidade para viver decentemente, que entram na política movidos por obsessiva ambição de grandeza pessoal e, depois, só fazem asneiras com o dinheiro que sacam aos contribuintes. Infelizmente, o fenómeno está generalizado e está a acontecer, dramaticamente, por todo o lado.

O futuro está a apresentar-se com perspectivas muito negras. Ou a anunciada extinção das espécies dá cabo do ser que se considera racional (mas que devia aprender muitas lições dadas pelos ditos irracionais) ou, certamente, haverá uma revolução geral que tentará pôr ordem nisto. Não será por acaso que o Estado Islâmico se mostra tão activo e com muitos apoiantes.

Na Grécia, o dinheiro público tem sido, do antecedente, saqueado por todos. Porque o exemplo dos maus políticos acaba por servir de orientação para os cidadãos com menos escrúpulos. Por seu lado, os «credores» também têm muita culpa porque cada empréstimo é feito como um investimento que rende bons juros e, depois, mesmo que não seja totalmente liquidado, já foi coberto pelos juros, entretanto, recebidos. São investimentos sem critério ético nem humanista, sem generosidade para ajudar a adoptar melhores soluções para as pessoas. Não passam de frias acções contabilísticas da estrutura financeira.

Não tem aparecido quem alerte claramente para esta imoralidade de escravização financeira do mundo pela mão de uns poucos possuídos de interesses diabólicos na sua adoração pelo dinheiro e pelo seu amontoamento ilimitado, no que são ajudados por colaboradores subservientes, como humildes lacaios sem pensamento próprio. Parece que as pessoas têm medo de «chamar os nomes aos bois». E vivem apaticamente continuando a votar às cegas arrastadas pela vontade dos mais palavrosos e que dizem coisas fantasiosas que as pessoas gostam de ouvir, mesmo sem as compreenderem nem procurarem meditar nelas, minimamente.

Ainda sobre a Grécia, podemos reparar que todos os «responsáveis», a qualquer nível, são uns troca-tintas, sem capacidade de raciocinar coerentemente, com ideias de cata-vento, e ninguém aponta uma solução bem estruturada com hipótese de êxito. Têm andado, durante exagerado tempo, num jogo de empurra, à espera de um milagre que ninguém procura imaginar como será. E, entretanto, é notório que o agravamento da vida interna na Grécia e noutros países frágeis da Europa tem vindo a ser verificado mas nenhuma ajuda técnica foi disponibilizada para prevenir um colapso. Fica a dúvida se na Europa há algum gestor com ponderação suficiente para tal missão. É significativo que Paul Krugman, prémio Nobel, tem, por vários meios, alertado para problemas deste género. Mas os «sábios» da política não aceitam conselhos, por isso os poder ferir na sua arrogância balofa.

O Presidente dos EUA também tem dado palpites à UE, mas a sua credibilidade também é afectada porque pensa que o mundo melhora com o negócio do Complexo Industrial Militar, contra cujos perigos Eisenhower alertou os Poderes. Armas poderosas para a Ucrânia servem para desafiar os Russos o que pode originar nova Guerra Mundial. Armas para a Síria são resultado da guerra interna provocada pelos States quando houve o desentendimento quanto à passagem pela Síria dos gasodutos da Rússia e dos Emiratos Árabes. Apoiaram a guerrilha interna contra o Presidente Sírio o que acabou por originar o actual massacre levado a cabo pelos jihadistas. Por outro lado, estes também são resultado da guerra do Iraque, iniciada há cerca de 12 anos, por um motivo que não passava de mentira e fantasia.

É angustiante pensar na forma como a vida do ser humano, no actual mundo louco está a ser condicionada por ambição e estupidez de péssimos políticos…

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sábado, 4 de julho de 2015

CAÇA À MULTA

A CAÇA À MULTA é uma realidade em muitas autarquias. Vejamos alguns exemplos.


Há dias, para almoçar com uns amigos, um deles estacionou o carro num «passeio» que além do espaço necessário para passeio, tinha uma largura tal que podia arrumar três contentores do Ecoponto e, na sequência destes, foi colocado o carro que não prejudicava nada nem ninguém. Ao lado do Ecoponto e do carro fica espaço para passar qualquer deficiente em cadeira de rodas ou mãe com carrinho de bebé. Por gentileza de terceiro foi avisado que o carro já estava bloqueado e o reboque pronto para o levar para um espaço muito distante dali. Dispôs-se a pagar a multa exigida e, ao fim de algum tempo, pôde utilizar o carro. Um abuso porque um reboque só se justifica quando o carro não pode continuar no local por criar dificuldades insuperáveis e inadiáveis, o que não era o caso.


Nesta foto vê-se um caso semelhante em que o espaço permite estacionar carros sem prejudicar nada nem ninguém mas que têm sido multados e rebocados.

Quererão justificar tal rigor alegando defesa do interesse dos utilizadores do passeio? Isso não pode convencer nenhum ser pensante, primeiro porque ninguém é lesado por estes actos em qualquer dos dois locais, Segundo, porque os exemplos a seguir demonstram bem que as autarquias se estão marimbando para os interesses dos utilizadores dos passeios, quando daí não lhes venha benefício em multas ou outras formas de extorsão. Há na realidade um TOTAL DESPREZO PELOS DIREITOS DOS PEÕES.


Nesta foto vê-se um contentor que ocupa o passeio em toda a sua largura, tendo sido destinado aos portageiros de um fantasioso parque de estacionamento que, por não ter clientes, acabou por ser encerrado mas o contentor ficou, com o incómodo resultante para os peões. E está lá desde há muito mais de cinco anos.


Nesta foto o passeio está totalmente obstruído por um arbusto que, há muito tempo, devia ter sido aparado mas que, tal como o contentor, não tem merecido a atenção dos serviços autárquicos.


Nesta foto, nem há comentários possíveis. Como é que uma autarquia concede licença para ser construído um edifício que inutiliza completamente o passeio? Será que pensaram nos invisuais?

Em conclusão os passeios são olhados como fonte de receita, através da caça à multa, mas sem ser dada prioridade aos interesses dos cidadãos. Os espaços públicos precisam ser encarados com mais sensatez e respeito pelas pessoas, e as regras da sua utilização devidamente formatadas por forma a terem a maior utilidade para as pessoas com a finalidade de beneficiar a sua qualidade de vida e não para lhes servir de armadilha e origem de multas.

O caso do contentor que serviu de abrigo aos portageiros do «parque» foi levado ao conhecimento da Câmara por e-mail com transcrição do post colocado em blog como pode ser visto em

http://joaobarbeita.blogspot.pt/2012/02/cascais-nao-respeita-poes.html http://joaobarbeita.blogspot.pt/2010/03/peoes-devem-ser-respeitados.html

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

ALEMANHA ATERRORIZADA COM A POSIÇÃO DA GRÉCIA


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domingo, 28 de junho de 2015

A DEMOCRACIA E O VOTO


Transcrição seguida de NOTA

"Se temos más políticas é porque os portugueses querem"
POR NOTÍCIAS AO MINUTO. 150628. ÀS 17:07

O presidente do PS garante que a única alternativa é o voto no PS para contrariar a "má política" nestes últimos quatro anos.

No congresso do PS/Madeira, Carlos César, diz não ter dúvidas que as más políticas e os maus políticos são responsabilidade dos portugueses. “Se temos más políticas é porque os portugueses querem, sobretudo os que não vão votar”, afirma.

O presidente do PS indica ainda que mesmo os que sabem que este Governo “não presta” nada fazem para o alterar. Mas isso não iliba o Governo, nem os erros cometidos, segundo o Expresso.

“O mesmo Governo que tudo fez para destruir uma das melhores realizações do Portugal do pós-25 Abril: o sistema nacional de saúde. Essas são responsabilidades de quem governou o país nos últimos quatros anos”, acrescenta.

Para o socialista a única alternativa é votar no PS nas próximas eleições. E caso o façam, tudo será feito para recuperar o emprego e a economia portuguesa.

NOTA:

Estas palavras de Carlos César valem o que vale tudo o que nos é cuspido pelos propagandistas dos partidos em vésperas de eleições. As promessas são sempre encantadoras mas o encanto é rasgado e atirado ao lixo logo que são conhecidos os resultados da contagem dos votos.
O próprio acto de escolher uma lista constitui uma armadilha porque a maioria dos eleitores não conhece minimamente os nomes nela constantes.
O sistema eleitoral precisa de ser democratizado.
Por exemplo: Cada eleitor escreve no voto para as freguesias 3 ou 4 nomes e dessa totalidade são selecionados os que têm mais votos para constituir os respectivos órgãos autárquicos. Depois são os eleitos de todas as freguesias que agem de igual forma para os órgãos dos concelhos e, assim, por este processo, devidamente burilado, se chega ao Parlamento.
De tal forma, se poderia dizer que o povo tem o Poder que escolheu. Mas, na realidade, a partidocracia não está interessada em perder a sua «liberdade» autoritária de decidir quem quer que seja nomeado, colocando os candidatos em listas devidamente priorizadas.

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domingo, 21 de junho de 2015

AMBIENTE, DESFLORESTAÇÃO E EXTINÇÃO EM MASSA


A humanidade encontra-se perante um processo de extinção massiva da vida na Terra, podendo o ser humano também desaparecer. Os interessados podem consultar várias notícias das quais cito http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/06/humanidade-esta-provocando-sexta-extincao-em-massa-da-terra-diz-estudo.html e http://www.noticiasaominuto.com/mundo/408748/mundo-esta-iniciar-6-extincao-em-massa-homem-pode-desaparecer

O ser humano tem contribuído para isso com a desflorestação e com as alterações climáticas devido à poluição e a outros desmazelos com o AMBIENTE.

Acerca da desflorestação, devemos ter consciência de que a floresta nos tem merecido pouca atenção, sendo considerada como simples processo natural desde o seu aparecimento até à sua destruição pelos incêndios que surgem, por descuido ou intenção criminosa, na época estival. Não surge por planeamento, não é cuidadosamente mantida e sustentada, a não ser em casos muito excepcionais como algumas matas nacionais.

Quanto aos fogos florestais, já aqui foi referido por diversas vezes o desleixo na sua prevenção e a incapacidade no combate oportuno e rápido, quando ainda basta um copo de água ou um pequeno balde para extinguir o foco inicial.

Há poucos meses um jovem amigo disse que estava a preparar uma tese de mestrado, em que defendia a detecção de fogos, por uma rede de detectores de calor instalados em postes elevados, colocados em locais adequados da região, por forma que a chama de um fósforo seja detectada e rigorosamente localizada por três detectores que comunicam instantaneamente a um centro regional, o qual envia imediatamente uma pequena equipa com material para o apagar.

Mas, em vez desta solução ao alcance da tecnologia existente, e de baixo custo, os nossos inteligentes, movidos por interesses por vezes suspeitos, resolveram gastar milhões em helicópteros que cedo mostraram a sua falta de qualidade e eficiência. http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/anpc/protecao-civil-sem-helicopteros-kamov.

No entanto a destruição da qualidade ambiental não assenta apenas neste factor, pois em viagem pouco extensa pelas zonas industriais, principalmente da faixa litoral, onde são mais abundantes, deparamos com espessas nuvens de fumo a sair de chaminés de fábricas. E, para além dos fumos há outros perigos para a a saúde do ambiente e das pessoas, como foi constatado na zona de Alverca há poucos meses. http://www.portugues.rfi.fr/geral/20141114-linha-direta

Mas governantes e industriais apenas pensam na contabilidade dos lucros e desprezam os eventuais efeitos nocivos no ambiente. Nada acontece por acaso e elas cá se fazem cá se pagam. E como esta moléstia da ambição do lucro por qualquer forma, não está localizada, antes é generalizada pelo Planeta, daí,  o resultado está a concretizar-se deforma angustiante para quem se preocupa com os vindouros. Certamente, o perigo pode ser minorado através de medidas eficazes em todo o Mundo. Mas podemos esperar que haja uma ONU que seja capaz de enfrentar o problema?

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sábado, 20 de junho de 2015

ELEIÇÕES. NÃO DESESPERE. iNFORME-SE O MELHOR QUE PUDER

Para compreender a situação económico-social do País, recolha o máximo de informação que puder. Eis um conjunto de links de notícias que podem ajudar a reflectir sobre o assunto:

Passos assegura que os mais pobres "não foram afectados por cortes nenhuns"

Portugal cria 10.000 novos milionários por ano

OTOC: "Controlo excessivo" do Governo nas facturas vai tornar 2015 "muito confuso"

Receitas de medicamentos com IVA a 23% têm de ser confirmadas no e-factura

Separar facturas na farmácia é "albardar o burro à vontade do dono"

O que tem de fazer com as facturas da saúde?

Só factura autónoma na farmácia garante dedução de saúde no IRS

Novo IRS: Um olho na factura, outro no computador

Escolas públicas discriminadas em relação às privadas nas deduções de IRS

Pedir factura não basta, é preciso dizer quantas quer

Recibos verdes têm de validar cada factura

IRS: O que tem de fazer para garantir todas as deduções a que tem direito

Governo repõe deduções de despesas de saúde com IVA a 23% no IRS

Bruxelas: Cortes nas prestações sociais afetaram mais os muito pobres

Bruxelas critica estratégia orçamental de Portugal

Portugal entre os países mais desiguais e mais pobres da OCDE

Passos responde ao FMI: “Não serão necessárias novas medidas de austeridade”

Governo de garotos com crianças assessoras

Mário Soares e a descolonização

Ganham 2800€/mês, trabalham 4 horas por dia, têm 30 dias úteis de férias, e fazem greve!

"O País está de parabéns". Venham os imigrantes

PS Costa diz que emigração em Portugal "aumentou 126%"

Rui Rio lamenta esquecimento da ética na política portuguesa

Se a dívida da TAP não for paga vão ser os contribuintes a pagar

Bruxelas alerta para desemprego elevado e arrasa resposta à pobreza em Portugal

Professores contratados admitem contestar concursos nos tribunais

Nuno Crato diz que o país vai precisar de mais professores

Fenprof critica aprovação de contratos milionários com colégios

IP Empresa pública gasta milhares em festa de luxo

Programa Parque Escolar soma 68 milhões em indemnizações

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